No itinerário do mês vocacional, o quarto domingo de agosto nos recorda a preciosidade da ampla e farta dimensão das vocações leigas. Esta data nos faz lembrar que a vitalidade de uma comunidade eclesial não se mede apenas pela beleza de suas estruturas ou pela solenidade de suas liturgias, mas pela força viva de seu povo. No interior da Igreja e para a própria Igreja, a vocação leiga manifesta-se como um dom indispensável do Espírito Santo, capaz de articular a fé em múltiplos serviços, dons e carismas. Longe de ser uma atuação secundária, o serviço dos leigos e leigas é a engrenagem que mantém a Igreja viva, acolhedora e em constante saída. A riqueza da vocação laical traduz-se em uma vasta gama de frentes de atuação que sustentam a vida paroquial e diocesana. Nas pastorais, vemos os leigos na linha de frente do cuidado e do anúncio: na Pastoral Familiar, fortalecendo os laços do matrimônio e do lar; na Pastoral da Criança e na ...