Meus queridos irmãos e irmãs, Chegamos a um momento de profunda emoção neste domingo, 28 de dezembro. Enquanto as luzes do Natal ainda brilham em nossas casas e presépios, voltamos os nossos olhos para Roma, para a Basílica de São Paulo Fora dos Muros, onde hoje se fecha a última das Portas Santas “menores” deste Jubileu da Esperança. O ano de 2025 ficará marcado para sempre na nossa carne e na nossa memória. Foi um ano em que a esperança deixou de ser apenas uma palavra bonita em cartazes para se tornar uma necessidade vital. Quando, em abril, o mundo chorou a partida do nosso amado Papa Francisco, parecia que o “Jubileu da Esperança” tinha perdido o seu principal peregrino. O luto cobriu a Praça de São Pedro, e muitos perguntaram: “E agora?”. Mas a resposta veio com a força suave do Espírito Santo. O mês de maio trouxe-nos a “fumaça branca” e o dom de um novo pastor universal, o Papa Leão XIV. A Igreja mostrou ao mundo que não é feita apenas de homens, mas é sustentada pela promessa ...